terça-feira, 11 de outubro de 2016
quinta-feira, 6 de outubro de 2016
Jet Li - Hero
Quando eu tinha:
10, tinha medo do meu professor;
20, comeceu a notar que professores são pessoas como quaisquer outras;
30, comecei a pensar no significado de ser um professor;
40, apreciei cada professor que eu encontrei;
Agora que tenho 50, todos são meus professores.
Jet Li
segunda-feira, 3 de outubro de 2016
Professor cria lista com dicas pra evitar o estresse.
Brett Phillips é professor de psicologia na cidade californiana de Oxnard. Ele costuma começar o período letivo distribuindo aos alunos uma lista. Não uma lista com os livros que a turma deve estudar para passar em suas provas, como você poderia pensar, mas uma lista com maneiras de combater o estresse, elaborada por ele nos tempos de estudante.
Uma de suas alunas, Alina Ramirez, publicou a lista em seu Twitter. Estudantes de todo o mundo passaram a compartilhá-la imediatamente! 25 mil pessoas totalmente desconhecidas passaram as dicas adiante, e Alina recebeu muitos agradecimentos por ter publicado aqueles conselhos. Já o professor fez uma outra lista, esta da grante quantidade de elogios que recebeu.
101 MANEiRAS DE COMBATER O ESTRESSE
- Acorde 15 minutos antes.
- Comece a se preparar para a manhã seguinte ainda na noite do dia anterior.
- Evite usar roupas apertadas.
- Tente não tomar medicamentos.
- Agende compromissos com tempo hábil.
- Não confie em sua memória... Anote tudo.
- Lembre-se: prevenir é melhor que remediar.
- Faça uma cópia das suas chaves.
- Diga "não" com mais frequência.
- Coloque suas prioridades em primeiro lugar.
- Evite as pessoas negativas.
- Use o tempo a seu favor.
- Não pule os horários das refeições.
- Tenha sempre uma cópia dos documentos importantes.
- Avalie previamente aquilo de que você precisa.
- Conserte tudo que não está funcionando direito.
- Peça ajuda para as tarefas nas quais você tem dificuldade.
- Resolva os problemas grandes com doses pequenas.
- Considere os problemas como dificuldades temporárias.
- Encare estas dificuldades a partir de outro ponto de vista.
- Não leve a vida tão a sério.
- Sorria.
- Prepare-se para a chuva. Tenha sempre um guarda-chuva.
- Brinque com crianças.
- Dê carinho aos seus pets.
- Você não precisa ter as respostas de todas as perguntas.
- Busque sempre algo bom naquilo ruim.
- Diga algo agradável a alguém.
- Ensine uma criança a empinar pipa.
- Passeie durante a chuva.
- Inclua tempo livre em sua programação.
- Tome um banho com espuma.
- Tente ter certeza das decisões que você toma.
- Acredite em si mesmo.
- Pare de falar coisas ruins.
- Imagine-se como um vencedor.
- Desenvolva seu senso de humor.
- Viva o hoje. Não espere pensando que amanhã vai ser melhor.
- Proponha-se objetivos.
- Dance com a alma.
- Diga ’oi’ a um desconhecido.
- Abrace seus amigos com mais frequência.
- Observe as estrelas.
- Aprenda a respirar devagar e tranquilamente.
- Aprenda a assobiar melodias.
- Leia poemas.
- Ouça sinfonias.
- Assista a uma apresentação de balé.
- Leia agasalhado em sua cama.
- Faça coisas novas.
- Deixe os hábitos ruins para trás.
- Compre flores sem motivo.
- Pare um momento para curtir o cheiro das flores.
- Busque apoio.
- Encontre um amigo que seja sua alma gêmea.
- Faça isso hoje mesmo.
- Aprenda a ser mais alegre e otimista.
- Coloque sua segurança em primeiro lugar.
- Seja moderado em tudo.
- Dê atenção ao seu aspecto físico.
- Busque a perfeição, não siga um ideal.
- Todos os dias, amplie os limites das suas possibilidades.
- Prestigie obras de arte.
- Cante.
- Controle seu peso.
- Plante uma árvore.
- Alimente os pássaros.
- Demonstre resignação nas situações difíceis.
- Faça exercícios ao acordar.
- Tenha sempre um plano "B".
- Aprenda a desenhar algo novo.
- Memorize boas piadas.
- Seja responsável por seus sentimentos.
- Aprenda a entender do que você precisa.
- Vire o melhor ouvinte.
- Conheça suas fraquezas, e não tenha medo de mostrá-las aos outros.
- Dê ’bom dia’ a alguém em latim (die bona).
- Faça aviões de papel.
- Faça exercícios regularmente.
- Aprenda a letra de uma nova música.
- Comece a trabalhar mais cedo.
- Limpe bem seu armário.
- Banque o bobo para um bebê.
- Planeje um dia no campo.
- Faça caminhos diferentes.
- Um dia, saia da escola ou do trabalho mais cedo (se permitirem, claro).
- Compre um ambientador para seu carro.
- Assista a um filme comendo pipoca.
- Mande mensagens aos amigos que estão longe.
- Vá assistir a um jogo no estádio e grite à vontade.
- Prepare uma refeição à luz de velas.
- Aceite: o amor incondicional é muito importante.
- Lembre-se: o estresse é uma atitude.
- Escreva um diário.
- Aprenda a sorrir de coração.
- Não esqueça que você sempre tem escolha.
- Busque o apoio dos seus amigos, inspire-se visitando seus lugares favoritos e esteja rodeado por suas coisas favoritas.
- Pare de tentar corrigir os outros.
- Durma bem.
- Fale menos, escute mais.
- Elogie quem está a sua volta.
BÔNUS: Relaxe, valorize cada dia... você tem a vida toda pela frente.
Brett fala o seguinte sobre a lista: "Eu a compartilho com meus alunos, peço que eles escolham as cinco dicas com as quais mais se identificam e os estimulo a segui-las. Acho que a maioria das pessoas é capaz de muito mais se deixar de viver de forma tão tensa e estressante".
sábado, 1 de outubro de 2016
Dados da rede globo
http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2016/09/professor-no-brasil-ganha-menos-e-trabalha-mais-que-os-de-outros-paises.html
terça-feira, 27 de setembro de 2016
O pior... são os mesmos, que fazem as mesmas coisas e nunca fazem o que deviam fazer.
http://pensadoranonimo.com.br/brasil-e-numero-um-em-mau-comportamento-em-sala-de-aula/
segunda-feira, 26 de setembro de 2016
A história do índio
http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2015/07/condenado-por-atear-fogo-em-indio-no-df-tem-posse-na-policia-civil-barrada.html
Prometido, cumprido
Prometido, cumprido
segunda-feira, 19 de setembro de 2016
Falta de sono desliga centros do cérebro que controlam emoções
Cientistas conseguiram provar neurologicamente por que motivo a falta
de sono conduz a um comportamento emocional irracional, com reacções
exageradas a experiências negativas, pode ler-se num artigo hoje
publicado na revista "Current Biology".
Segundo o estudo, a privação de sono
"desliga" a região do lóbulo pré-frontal, que normalmente mantém as
emoções sob controlo, provocando nos centros emocionais do cérebro uma
reacção exagerada a experiências negativas.
O novo estudo da Escola Médica de Harvard e da Universidade da Califórnia, em Berkeley, é o primeiro a explicar ao nível neural o que parece ser um fenómeno universal: que a perda de sono conduz a um comportamento emocional irracional, de acordo com os investigadores.
A descoberta pode também oferecer algumas explicações clínicas para a relação entre as interrupções de sono e alguns problemas psiquiátricos, podendo ajudar com novos mecanismos para tratar estas desordens ao nível cerebral.
"O sono parece restaurar os nossos circuitos emocionais no cérebro e, ao fazer isso, prepara-nos para os desafios e interacção social do dia seguinte", disse Mathew Walker, da Universidade da Califórnia, Berkeley.
"Mais importante, este estudo demonstra o perigo de não dormir o suficiente. A privação de sono quebra os mecanismos do cérebro que regulam os pontos-chave da nossa saúde mental", salienta.
Os cientistas já sabiam que a privação de sono prejudica um enorme conjunto de funções corporais, incluindo o sistema imunitário e de metabolismo e os processos cerebrais de aprendizagem e memória.
No entanto, esta é a primeira vez que se prova o papel do sono no governo do estado emocional do nosso cérebro.
No estudo, a equipa de Walker distribuiu 26 pessoas por um grupo de privação de sono durante 35 horas ou por um grupo em que o sono era permitido normalmente.
No dia seguinte, os cérebros dos participantes foram fotografados por ressonância magnética, processo que mede a actividade cerebral com base na pressão sanguínea, enquanto viam 100 imagens.
Ao princípio, os participantes no estudo encaravam as imagens como emocionalmente neutrais, mas ganharam-lhes cada vez mais aversão com o tempo.
"Prevíamos um potencial aumento de reacção emocional no cérebro com o sono, mas a dimensão do aumento surpreendeu-nos deveras", disse o investigador, referindo que os centros emocionais do cérebro "estavam cerca de 60 por cento mais reactivos debaixo das condições de privação de sono do que em sujeitos que tinham dormido normalmente".
Sem sono, o cérebro reverte até a um mais primitivo padrão de actividade, tornando-se incapaz de contextualizar experiências emocionais e produzir respostas apropriadas e controladas, acrescentam os investigadores.
O novo estudo da Escola Médica de Harvard e da Universidade da Califórnia, em Berkeley, é o primeiro a explicar ao nível neural o que parece ser um fenómeno universal: que a perda de sono conduz a um comportamento emocional irracional, de acordo com os investigadores.
A descoberta pode também oferecer algumas explicações clínicas para a relação entre as interrupções de sono e alguns problemas psiquiátricos, podendo ajudar com novos mecanismos para tratar estas desordens ao nível cerebral.
"O sono parece restaurar os nossos circuitos emocionais no cérebro e, ao fazer isso, prepara-nos para os desafios e interacção social do dia seguinte", disse Mathew Walker, da Universidade da Califórnia, Berkeley.
"Mais importante, este estudo demonstra o perigo de não dormir o suficiente. A privação de sono quebra os mecanismos do cérebro que regulam os pontos-chave da nossa saúde mental", salienta.
Os cientistas já sabiam que a privação de sono prejudica um enorme conjunto de funções corporais, incluindo o sistema imunitário e de metabolismo e os processos cerebrais de aprendizagem e memória.
No entanto, esta é a primeira vez que se prova o papel do sono no governo do estado emocional do nosso cérebro.
No estudo, a equipa de Walker distribuiu 26 pessoas por um grupo de privação de sono durante 35 horas ou por um grupo em que o sono era permitido normalmente.
No dia seguinte, os cérebros dos participantes foram fotografados por ressonância magnética, processo que mede a actividade cerebral com base na pressão sanguínea, enquanto viam 100 imagens.
Ao princípio, os participantes no estudo encaravam as imagens como emocionalmente neutrais, mas ganharam-lhes cada vez mais aversão com o tempo.
"Prevíamos um potencial aumento de reacção emocional no cérebro com o sono, mas a dimensão do aumento surpreendeu-nos deveras", disse o investigador, referindo que os centros emocionais do cérebro "estavam cerca de 60 por cento mais reactivos debaixo das condições de privação de sono do que em sujeitos que tinham dormido normalmente".
Sem sono, o cérebro reverte até a um mais primitivo padrão de actividade, tornando-se incapaz de contextualizar experiências emocionais e produzir respostas apropriadas e controladas, acrescentam os investigadores.
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