terça-feira, 8 de maio de 2012

os 10 mandamentos da internet


Os 10 mandamentos das redes sociais

Dicas para se dar bem no Facebook e Twitter sem pagar mico ou virar um web-chato

Bruno Capelas, iG São Paulo 
Foto: Thinkstock PhotosTenha noção para não se tornar o chato do Twitter e do Facebook
Além de ser conhecida pelas canções e performances ousadas, Rihanna está ganhando notoriedade ultimamente por seu comportamento no Twitter e posts cada vez mais polêmicos, com direito a palavrões, fotos com strippers e inúmeras declarações sobre baladas e bebidas. Se tratando de uma popstar internacional, todo mundo acha engraçado. Mas imagine como a coisa pode ficar feia se o mesmo acontecer com você ou alguém da sua classe?
Para evitar este ou outros problemas do gênero, fomos às ruas e conversamos com jovens de todas as tribos para saber o que fazer (e o que não fazer) nas redes sociais.
Veja abaixo dicas para você não ser considerado um web-chato e aproveitar ao máximo o potencial do Twitter e do Facebook.
1 - Não reclamarás do frio, do calor, da sua mãe, do gato ou do vizinho. Reclamar de uma coisa ou outra tudo bem, mas muita gente só sabe fazer isso nas redes sociais, o que pode ser cansativo. “É chato pra caramba”, diz Julia, 17. O André, 15, faz um desabafo: “Tem gente que acha que o Facebook é diário ou penico. Não sou psicólogo para ouvir as pessoas reclamarem de tudo”. A Marcella, 17, completa: “Não esteja em uma rede social se você não quer ser social. É simples.”
Foto: Thinkstock PhotosReclamar de tudo e brigar não são duas práticas recomendáveis nas redes sociais
2 - Não lavarás a roupa suja nas redes sociais. “É óbvio que nunca é legal brigar com alguém, mas fazer isso pelo Twitter é pior ainda”, conta Luiza, 14. A Ana Paula, 14, completa: “Ligar o Caps Lock não leva a nada. É coisa de gente babaca”. Pode parecer um conselho besta, mas se você tem um problema com alguém, resolva cara a cara. Além de ser mais fácil, ainda evita que as pessoas achem que você está só procurando Ibope, como explica a Marcela: “Tem gente que briga só para causar e a aparecer, e as pessoas ficarem assistindo. É muito apelativo."
3 - Criarás um grupo da sua sala de aula.Juntar o pessoal da sala em um grupo pode ser ao mesmo tempo útil e divertido. “O pessoal costuma avisar dos trabalhos que tem para fazer, e a zoeira também é bem legal”, diz Monique, 15. A Julia, 17, concorda: “Ajuda muito fazer um grupo. Na escola que eu estudo, tem provas todos os dias. Toda noite a galera fica estudando pelo Facebook, fazendo exercícios, dividindo os resumos”. A Marcela, 16, faz uma ressalva: “É legal, mas tem que tomar cuidado para não entregar a tarefa de casa com as respostas iguais.”
4 - Usar aplicativos do Facebook moderadamente. “Eu parei de usar o Facebook por causa do monte de jogos e avisos do MeuCalendário que eu recebia”, comenta Marcella, que hoje só usa o site para conversar com seus amigos. O Patrick, 16, concorda: “Os aplicativos são as piores coisas do Facebook. Eu não aguento mais ver aquelas imagens para curtir ou compartilhar.”
5 - Não abordar os pretendentes em vão. Está a fim de alguém que você viu pelo Facebook? Vá com calma. “Eu adiciono e depois puxo papo, numa boa. Costuma dar certo. É como na vida real: você conhece alguém e começa a trocar ideia. Não chega logo beijando, né?”, comenta André, 16. As meninas são mais discretas: “Eu costumo dar uma indireta no Twitter ou só começo a seguir. Se o menino fala de uma música, eu puxo papo, mesmo que eu não conheça a banda, só para ter algum assunto”, conta Marcela.
Foto: Thinkstock PhotosCriar um grupo da sua sala pode ser divertido e ajudar na hora de estudar para as provas
6 - Respeitar pai e mãe sobre todas as coisas. Tudo bem, pode ser o maior mico ter o seu pai comentando aquela foto com as suas amigas na balada, mas é preciso respirar fundo e suportar a pressão. “Eu não adiciono a minha mãe e ela sabe. Toda hora rola uma discussão em casa por causa do Facebook”, falou o Patrick. O Lucas, 17, leva a questão numa boa: “Eu tenho minha mãe no Facebook. Não tenho nada a esconder mesmo”. E tem gente que até se aproveita das redes sociais para agradar os pais: “Vira e mexe, eu posto alguma coisa para a minha mãe no Facebook, elogiando o jantar dela, ou falando do passeio no shopping que a gente teve naquele dia”, comenta a Marcela.
7 - Não entupirás a timeline alheia com mensagens de amor. “O amor é lindo, e a gente sabe disso, mas tem certas coisas que você tem que guardar para a sua privacidade”, diz Julia sobre aqueles casais que mandam um “eu te amo” a cada 10 segundos no Twitter. “Casal é quando os dois estão juntos, sozinhos. Não precisa mandar uma mensagem com um ursinho fofo toda hora”, completou a Marcela. O Lucas, que namora, também não acha isso legal: “Não seja meloso. Curta a sua namorada em paz, e aproveite o tempo que você passa junto dela.”
Foto: Thinkstock PhotosSe você namora, seja discreto e não entupa a timeline alheia com mensagens de amor
8 - Terás paciência com o amigo sem noção.Todo mundo tem aquele amigo que adora marcar num foto horrível e fazer você pagar mico. “Eu fico tranquila. Ou sou discreta e me desmarco, ou eu mesma faço piada daquela foto. Não tem muito o que fazer”, explica Luiza. “Criar caso não leva a lugar algum. Mas se você não se sente confortável com aquela foto, conversa com o seu amigo e pede para ele tirar a imagem do ar”, completa Patrick.
9 - Não usarás Twitter e Facebook como bate-papo. Apesar das redes terem finalidades parecidas, cada uma tem sua peculiaridade. Nenhuma delas, no entanto, é servir como bate-papo online! Ninguém precisa saber sobre o que você está conversando com o vizinho ou o colega do colégio. “Se a conversa começa a se estender, eu falo para mudar pro Facechat, para não lotar a timeline das pessoas e deixar o papo mais privado”, diz Luiza.
10 - Cutucar com moderação. O botão “cutucar” do Facebook é divertido, mas deve ser usado com parcimônia. “Tem um menino que sempre me cutuca. Às vezes, eu cutuco ele de volta, e em menos de 10 segundos ele me cutuca de novo. Dá medo”, comenta Marcella. “No começo era divertido mas depois a brincadeira encheu o saco, porque não vai a lugar nenhum”, desabafa Monique, 15. Mesmo assim, há quem tenha se dado bem com essa história: “Um amigo meu começou a namorar por causa de uma cutucada. Ele cutucou a menina, ela retribuiu e quando isso acontece, as fotos da pessoa se abrem pra você. Ela viu as fotos dele, gostou, e eles estão juntos há sete meses”, lembra Marcela.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Interessantíssimo


Militantes do 'masculinismo' dizem que é hora de defender direitos dos homens

Eles defendem que a discriminação contra o homem está aumentando

BBC  - Atualizada às 
seloMilitantes que defendem os direitos dos homens argumentam com cada vez mais veemência que a discriminação contra o homem está aumentando. Quem são esses ativistas?Há décadas, grupos feministas fazem campanha por mais direitos para as mulheres. 

Como resultado, a discriminação contra a mulher vem sendo rigorosamente questionada - ao menos em países ocidentais.Mas agora, um número cada vez maior de ativistas argumenta que os homens não desfrutam desse tipo de proteção. Muitos deles dizem também que a mídia permite que mulheres transformem homens em objetos e os ridicularizem de uma forma que seria impensável se os papéis fossem invertidos.
Getty Images
Há instituições que afirmam que direitos como a guarda dos filhos são desrespeitados de forma sexista
Guarda dos Filhos Entre os defensores dessas ideias está o professor de filosofia David Bernata, da Universidade da Cidade do Cabo, na África do Sul.No polêmico The Second Sexism (O Segundo Sexismo, em tradução livre), Bernata argumenta que, em todo o mundo, homens correm mais riscos de serem forçados a fazer serviço militar, serem alvo de violência, perderem a guarda de seus filhos e cometerem suicídio. 

As leis que regulam os direitos sobre a guarda dos filhos são talvez o alvo mais conhecido das atividades dos militantes pelos direitos dos homens. Na Grã-Bretanha, imagens de homens divorciados vestidos de super-heróis escalando prédios em Londres foram destaque na mídia em anos recentes.

"Quando o homem é o principal responsável por cuidar das crianças, suas chances de obter a guarda dos filhos são menores do que quando a mulher é a principal responsável", diz Bernata."Mesmo quando o caso (pedido de custódia pelo homem) não é contestado pela mãe, ele ainda tem menos chances de obter a guarda do que quando o pedido da mulher não é contestado."

Educação Os ativistas afirmam ainda que a educação é mais uma área onde os homens estão ficando para trás. Em 2009, exames feitos pelo Programme for International Student Assessment, um programa internacional de avaliação de estudantes, revelaram que, em todos os países industrializados, os homens estão em média um ano atrás das mulheres em alfabetização.

O levantamento também concluiu que a maioria dos estudantes em cursos de graduação nas universidades hoje é composta por mulheres, segundo Bernata."Quando as mulheres são pouco representadas entre presidentes de companhias, isso é considerado discriminação. Mas quando meninos ficam para trás na escola, quando 90% das pessoas em prisões são homens, ninguém pergunta se os homens estariam sofrendo discriminação.""Se quisermos alcançar a igualdade entre os sexos, a discriminação contra os homens tem de ser levada tão a sério quanto a discriminação contra a mulher", argumenta o filósofo.

Em países desenvolvidos como a Grã-Bretanha, a igualdade de salários é o barômetro. Segundo o Instituto Nacional de Estatísticas do país, a discrepância salarial entre os sexos ainda é bastante pronunciada: advogadas ganham em média US$ 12 mil (R$ 23 mil) a menos do que advogados, presidentes de empresas ganham US$ 22 mil a menos do que seus equivalentes do sexo masculino e médicas ganham US$ 14 mil a menos do que médicos.

Mas esse quadro começa a mudar. No ano passado, a organização que controla admissões de estudantes em universidades britânicas concluiu que mulheres com idades entre 22 e 29 anos ultrapassaram os homens em salários pela primeira vez.E uma pesquisa feita pelo Chartered Management Institute concluiu que gerentes do sexo feminino com idades entre 20 e 30 anos estão ganhando 2,1% a mais do que seus colegas do sexo masculino.

'Masculinismo' Por tudo isso, ganha peso o argumento, entre alguns homens, de que eles precisam criar suas próprias estruturas de apoio.A ONG The Men's Network (A Rede dos Homens), com sede na cidade inglesa de Brighton, tem como objetivo ajudar "todos os homens e meninos da nossa cidade a realizar ao máximo o seu potencial".

A campanha Movember, por exemplo, propõe que homens deixem a barba crescer durante um mês. Os idealizadores do movimento querem chamar a atenção para o fato de que doenças que afetam os homens, como cânceres da próstata e do testículo, não são levadas tão a sério como as que afetam mulheres.

Alguns argumentam que é hora de os homens criarem o equivalente masculino ao feminismo: o 'masculinismo'. O fundador da International Association of Masculinists (Associação Internacional dos Masculinistas), o americano Aoirthoir An Broc, disse que há milhares de ativistas homens lutando contra as leis de divórcio indianas, que eles consideram desiguais.

Leia também: 
Autores ligam feminismo a aumento de prostituição"Toda mulher é meio Leila Diniz" : entrevista com Mirian Goldenberg 

An Broc, um designer gráfico especializado em websites que vive em Cleveland, nos Estados Unidos, disse ter planos de fundar o primeiro abrigo para homens vítimas de violência doméstica no país.Ele disse que existe uma presuposição de que as mulheres são sempre inocentes e de que os homens são sempre os agressores. Como resposta, ele criou o slogan "Todos os homens são bons" para combater a percepção negativa. "Nós dizemos que todos os homens são homens, todos os homens são bons, todos os homens merecem amor e respeito independentemente de sua raça, sexualidade, religião. Não acreditamos em definições culturais dos homens", afirma.

Algumas das preocupações dos militantes pelos direitos dos homens são semelhantes às de militantes mulheres: a questão da imagem do corpo masculino é uma delas.Eles dizem também que, enquanto o feminismo combate a discriminação contra as mulheres, conceitos ultrapassados em relação aos homens não são questionados. 

O caso do ativista Tom Martin chamou a atenção da imprensa na Grã-Bretanha no ano passado após ele ter processado o Departamento de Estudos de Gênero da London School of Economics por discriminação sexual. Ele diz que tornou-se um defensor radical dos direitos dos homens quando trabalhava em uma casa noturna no bairro boêmio do Soho, em Londres. "Eu via que os fregueses homens sofriam abusos o tempo todo."Martin conta que os homens tinham de fazer fila e pagar para entrar enquanto as mulheres entravam de graça. Eles eram maltratados pelos seguranças, mas mulheres eram tratadas com respeito. Mas o pior, na opinião dele, é que as mulheres usavam os homens, convencendo-os a pagar bebidas para elas.

No centro disso tudo, diz Martin, está o sexo. "Desde o surgimento da pílula, as mulheres vêm ouvindo que podem e devem ter orgasmos. E porque não estão tendo, dizem que a culpa é do homem."Martin conclui que "cabe às mulheres sua satisfação sexual, isso não é responsabilidade do homem". O psicólogo e escritor Oliver James, ex-consultor do Ministério do Interior britânico, acha que os homens estão se sentindo "ameaçados sexualmente". Para ele, as mulheres hoje em dia não têm inibições em expressar suas expectativas sexuais em relação ao parceiro. E não hesitam em avaliar a performance sexual do homem em público.

Debate Antigo  
Já as feministas, por sua vez, dizem que o movimento pelos direitos dos homens não traz novidades. "É o velho argumento de que o feminismo foi longe demais", diz a colunista do jornal britânico The Guardian, Suzanne Moore. As discrepâncias salariais entre os sexos e o fato de que homens ainda dominam postos de liderança na vida pública mostram onde está a discriminação real, segundo ela.Moore reconhece que há problemas na forma como meninos são educados mas diz que não se pode fazer "generalizações afirmando que todos os homens sofrem discriminação". 

Kat Banyard, autora do livro The Equality Illusion (A Ilusão da Igualdade, em tradução livre), diz que os homens se enganam ao temer o feminismo quando, na verdade, o movimento oferece a eles a possibilidade de se libertarem dos conceitos ultrapassados de masculinidade. Argumentar que os homens agora são vítimas da luta entre os gêneros é absurdo, ela diz. "Durante milhares de anos, mulheres foram subjugadas como cidadãs de segunda classe. Começamos a mudar isso nos últimos dois séculos e ainda temos um longo caminho a percorrer. Os militantes (pelos direitos) dos homens estão negando a História".

Os defensores dos direitos dos homens têm dificuldade em mudar sua imagem "mal humorada", argumenta o radialista Tim Samuels, que apresenta o programa Men's Hour (Hora do Homem, em tradução livre) na BBC Radio 5 Live. Samuels diz que a maioria dos homens não se vê como parte de um movimento. "O movimento dos homens tende a ser reduzido a alguns sujeitos escalando prédios vestidos de super-homem enquanto ao das mulheres é dada credibilidade."

domingo, 6 de maio de 2012

A menina


Que tens minha menina?
 
 Uma comitiva do Parlamento Europeu,a convite da presidente Dilma Roussef e de seu Ministro da Educação Fernando Haddad, visitam uma escola modelo no nosso país maravilha.

Numa sala de aula do ensino fundamental, com toda a comitiva e cheia de jornalistas, a
 ensaiada "cumpanhêra" professora, com ambição a uma futura boa colocação,pergunta aos alunos:

- Onde existem as melhores escolas do mundo?

- No Brasil. - Respondem todos.

- Onde existem os melhores livros escolares do mundo?

- No Brasil. - Respondem.

- E onde há os melhores recreios do mundo?

- No Brasil. - Respondem mais uma vez.

- E onde existem as melhores merendas, onde servem os melhores almoços,com boas sobremesas?

- Nas escolas do Brasil!

A professora ainda insaciada continua:

- Onde é que vivem as crianças mais felizes do mundo?

- No Brasil! - Respondem os alunos com a lição bem estudada.

 
Os tradutores iam informando a comitiva estrangeira, que abanava a cabeça, cética.

Nisto, uma garota no fundo da sala começa a chorar.

Com as televisões transmitindo ao vivo, Dilma, para impressionar os
convidados e jornalistas, pondo-se a jeito para as câmeras, resolve acudir à menina perguntando-lhe:

- Que tens minha menina?

Responde a menina, soluçando:

- QUERO IR PARA O BRASIL!

O barbeiro


O BARBEIRO
O florista foi ao barbeiro para cortar seu cabelo.Após o corte perguntou ao barbeiro o valor do serviço e o barbeiro respondeu:
- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana. O florista ficou feliz e foi embora. No dia seguinte, ao abrir a barbearia,havia um buquê com uma dúzia de rosas na porta e uma nota de agradecimento do florista.
Mais tarde no mesmo dia veio um padeiro para cortar o cabelo. Após o corte, ao pagar, o barbeiro disse:
- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana. O padeiro ficou feliz e foi embora. No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um cesto com pães e doces na porta e uma nota de agradecimento do padeiro.
Naquele terceiro dia veio um deputado para um corte de cabelo. Novamente, ao pedir para pagar, o barbeiro disse:
- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana. O deputado ficou feliz e foi embora. No dia seguinte, quando o barbeiro veio abrir sua barbearia, havia uma dúzia de deputados fazendo fila para cortar cabelo.
Essa é a diferença entre os Cidadãos e os políticos.

"Os políticos e as fraldas devem ser trocados frequentemente e pela mesma razão."

(Eça de Queiróz)

NA PRÓXIMA ELEIÇÃO TROQUE UM LADRÃO POR UM CIDADÃO.

CAMPANHA PRÓ-FAXINA NOS PARLAMENTOS.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Sobre o Código da Vinci

Muitas pessoas, durante e após lerem esse livro, acabam ficando um tanto quanto impressionadas a respeito de seu conteúdo. Pois bem, após encontrar uma certa opinião anônima no livro seguinte a esse "O Símbolo Perdido", afirmo que meus pilares voltaram ao lugar com uma certa ironia e sorriso nos lábios.
"Não ofenda minha inteligência... Não tenho nenhum interesse em algo tão frívolo quanto o Santo Graal ou o patético debate da humanidade para saber qual versão da história está correta. Discussões inúteis sobre a semântica da fé não me interessam nem um pouco. São perguntas que só se respondem com a morte."